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Ludwig van Beethoven

O compositor Ludwig van Beethoven foi batizado em 17 de dezembro de 1770, em Bonn, Alemanha. Ele foi inovador, ampliando o alcance das sonatas, sinfonias, concertos e quartetos, e combinando vocais com instrumentos de uma nova forma. Sua vida pessoal foi marcada pela luta contra a surdez, e alguns dos seus trabalhos mais importantes foram compostos durante os últimos dez anos de sua vida, quando ele estava praticamente incapaz de ouvir.

Juventude

O compositor e pianista Ludwig Van Beethoven, considerado o melhor compositor de todos os tempos, nasceu por volta de 16 de dezembro de 1770, na cidade de Bonn. Apesar da incerteza da data de seu nascimento, ele foi batizado em 17 de dezembro. Beethoven tinha dois irmãos menores, Caspar e Johann. Sua mãe, Maria Magdalena van Beethoven, era uma mulher extremamente moralista, e seu pai, Johann van Beethoven, era um músico medíocre, mais conhecido por seu alcoolismo que por suas habilidades artísticas. Entretanto, seu avô, Kapellmeister Ludwig van Beethoven, era o mais próspero e eminente músico da cidade, e o orgulho do joven Ludwig.

Muito cedo, seu pai começou a lhe ensinar música, com tanto rigor e brutalidade, que afetaria Beethoven pelo resto de sua vida. O pequeno Ludwig era açoitado, trancafiado e privado do sono para praticar por horas extras. E apesar ou mesmo por causa de tanto rigor, Beethoven se mostrou um músico extremamente talentoso e criativo desde a tenra idade. Seu pai queria que o filho fosse reconhecido como Mozart, e organizou seu primeiro recital em 26 de março de 1778. Apesar de ter tocado impressionantemente, o recital não recebeu muita atenção.

Aos 10 anos, Beethoven saiu da escola para estudar música em tempo integral com Christian Gottlob Neefe, o organista da Corte. Ele foi apresentado a Bach, e aos 12 anos, publicou sua primeira composição, com variações no piano sobre uma composição de Dressler. Com o alcoolismo do seu pai cada vez pior e a impossibilidade de sustentar a família, Beethoven foi contratado para tocar na Corte.

Em 1787, a Corte enviou Beethoven para Viena, a capital da cultura e da música da Europa, onde ele esperava estudar com Mozart. Mas não há evidência nenhuma de que os dois teriam se conhecido. E após algumas semanas em Viena, Beethoven soube que sua mãe ficou doente e voltou para Bonn.

Quando o Santo Imperador Romano Joseph II morreu em 1790, Beethoven, aos 19 anos, recebeu a honra de compor um memorial musical. Porém, por razões inexatas, ele nunca chegou a tocá-lo. Entretanto, mais de um século depois, Johannes Brahms descobriu a “Cantata sobre a Morte do Imperador Joseph II”, considerada sua primeira grande obra.

Compondo para o público

Em 1792, com forças revolucionárias francesas ameaçando invadir Bonn, Beethoven foi novamente para Viena, estudando com Haydn – Mozart havia falecido um ano antes. Beethoven foi apadrinhado pela aristocracia de Viena, fazendo com que cortasse laços com sua cidade natal. Sua estreia para o público de Viena foi em 29 de março de 1795 e, em 1800, ele estreou sua Sinfonia nº 1 em Dó Maior no Teatro Real Imperial. À medida que o novo século se passava, ele foi compondo peça após peça, alcançando a maturidade musical.

Em 1804, apenas algumas semanas após Napoleão ter se proclamado Imperador, Beethoven escreveu a Sinfonia n° 3, em homenagem a ele, que foi chamada mais tarde de “Sinfonia Eroica”, por conta de sua desilusão com o imperador. Essa obra, no entanto, foi considerada na época a melhor composição musical já escrita.

A perda da audição

Ao mesmo tempo em que compunha obras monumentais, Beethoven lutava com um fato irrefutável: ele estava ficando surdo. Beethoven sofreu muito com essa condição, mas, apesar disso, continuava compondo furiosamente. De 1803 a 1812, conhecido como seu período heroico, ele compôs uma ópera, seis sinfonias, quatro consertos solo, cinco quartetos de cordas, seis sonatas de corda, sete sonatas de piano, cinco conjuntos de variações para piano, quatro aberturas, quatro trios, dois sextetos e 72 canções. As obras mais famosas desta época são as sinfonias números 3 a 8, Sonata ao Luar, a sonata Kreutzer para violino e Fidelio, sua única ópera.

Apesar de sua bela música, Beethoven era uma pessoa só e triste na sua ida adulta. Com um temperamento difícil e beirando à paranoia, Beethoven brigou com todos à sua volta, inclusive irmãos e patrões. Em uma ocasião ele tentou jogar uma cadeira na cabeça do Príncipe Lichnowsky, um dos seus amigos mais próximos. Em outro momento, saiu gritando na frente do palácio do príncipe: “Lobkowitz é um burro!”. Por essas e outras razões, Beethoven nunca casou, mas foi apaixonado por uma mulher casada chamada Antonie Brentano.

Obras aclamadas e morte

De alguma forma, apesar de sua vida pessoal tumultuosa e sua complete surdez, Beethoven compôs suas melhores músicas – talvez as melhores compostas em todo o mundo – perto de sua morte. Essas obras incluem Missa Solemnis e o Quarteto n° 14. Sua nona e final sinfonia, finalizada em 1824, continua sendo sua obra mais ilustre.

Beethoven morreu em 26 de março de 1827, aos 56 anos e a autópsia concluiu que a causa da morte foi uma cirrose. O exame também indicou que, ao contrário de uma doença arterial, a surdez de Beethoven teria sido decorrente do tifo, que teria contraído no verão de 1796. Ainda mais recentemente, cientistas analisaram restos do crânio de Beethoven e acharam uma quantidade de chumbo que pode ter envenenado o músico. Essa teoria, no entanto, é altamente desacreditada.

Ludwig van Beethoven é considerado o melhor compositor de todos os tempos. E o fato de ele ter composto suas mais extraordinárias obras enquanto surdo o eleva a uma classificação de gênio super humano.

 

Aprender a cantar: dom ou experiência?

Desenvolver novas aptidões é sempre algo gratificante e motivador nas nossas vidas, não é mesmo?

Porém, para alcançarmos algumas metas é preciso dedicação, esforço e tempo.

Assim como aprender a desenhar, pintar, escrever, falar, entre outros, todas essas aptidões vão sendo adquiridas à medida que praticamos.

Para aprender a cantar também não é diferente, teremos de usar a mesma forma.

Cantar bem teremos que disponibilizar tempo para treinar.

Se você nunca estudou música e não tem a mínima noção de como vai conseguir entender os conceitos de afinação, leitura de partituras e como vai aprender a cantar, não desespere! Afinal,

Com ajuda de um bom professor/a e uma boa dose de motivação pessoal.

Todos os grandes músicos e cantores da nossa história não nasceram a saber cantar, eles aprenderam e praticaram muito antes de chegar à perfeição.

Se um dos seus sonhos é aprender a cantar, poderá fazer a sua matrícula na nossa Escola de Música Compasso Divertido em Paço de Arcos – Oeiras.

Voz

Onde nos encontrar

Com o objetivo dos seus alunos se sentirem num ambiente propício à aprendizagem e à produção musical, a Escola de Música Compasso Divertido preparou as suas instalações acusticamente, equipadas com instrumentos de qualidade e um leque de profissionais qualificados, especializados no ensino.

A Escola de Música Compasso Divertido proporciona a aprendizagem de instrumentos de todas as famílias, nomeadamente piano, violino, guitarra clássica, guitarra portuguesa, flauta transversal, bateria, guitarra elétrica e canto, além das classes de conjunto que promovem a interdisciplinariedade e a socialização. A adequação do currículo e respetivo repertório é estruturado individualmente, tendo em conta os objetivos da aprendizagem de cada aluno, disponibilizando, para além dos cursos livres, o programa específico da nossa Escola ou o programa clássico, além das alternativas: ABRSM e Rockschool.

A Escola de Música Compasso Divertido pretende abranger o amplo público de entusiastas pela Música, desde os Infantis aos Seniores, oferecendo a modalidade Especial Família, como forma de promover a partilha de atividades entre gerações.

Pensando nos mais novos, a Compasso Divertido desenvolveu uma disciplina especialmente concebida para Crianças entre os 3 e os 6 anos – Piano Jubilus – cuja metodologia se baseia em diversas atividades lúdico-pedagógicas para desenvolvimento psicomotor, rítmico, auditivo e socioafetivo.

 

Benefícios sociais de tocar bateria

Escola de Música Compasso Divertido. Ser baterista é pertencer a uma espécie rara. Guitarristas há muitos, mas homens das baquetas, nem por isso. E se tocarem bem, ainda mais raros são. E, por alguma razão, muitos acumulam funções como humoristas da banda, talvez por passarem tanto tempo lá atrás à espera que a malta acerte com o tom e têm mais tempo para inventar piadas. Nada disso, a verdade, é que um bom baterista aprende a ler os sinais não verbais dos outros para perceber a dinâmica e a adivinhar a intensidade com que tem que tocar.

E aprendem a ser mais tolerantes. حساب بايير Um bom baterista sabe tocar ritmos de todo o mundo, percebe a sua complexidade e riqueza culturais, e comunica musicalmente de forma mais imediata com outros músicos de outras origens. Basta haver um batuque certo e é só ir atrás.

Tocar bateria também dá autoconfiança, porque é algo complexo mas que se pode dividir em várias partes que, com prática e repetição, se tornam acessíveis. أونو E, por causa do volume natural do instrumento, não será o mais indicado para envergonhados, é preciso que se bata com força e decisão para a batida sair bem.

Benefícios musicais

Um bom baterista tem sempre procura. Para ser bom, tem de ser versátil, para poder tocar com músicos de estilos diferentes e, quanto mais largos forem os horizontes, mais facilidade terá em encontrar esses músicos. Um baterista não toca bateria, toca tudo o que for instrumento de percussão, desde djembés a mesas de café, portanto, está sempre pronto a animar uma festa.

Como podem ver, há várias boas razões para começarem a tocar bateria, mas se souberem mais, partilhem-nas connosco na caixa de comentários. ألعاب النت Tocar bateria faz bem, nem que seja só porque é dos instrumentos mais divertidos de se tocar e que pode ser aprendido em qualquer idade. Os únicos requisitos são saber contar e ouvir os outros.

Fonte: https://www.salaomusical.com/pt/393-baterias-acusticas

Bateria

OS BENEFÍCIOS DA MÚSICA EM BEBÉS

De pequenino se desenvolve o ouvido. Não é um ditado popular, mas devia ser, porque a música é tão benéfica para as crianças que devem começar já a ouvi-la ainda na barriga da mãe. A melhor parte é que, como não têm ainda um gosto definido, podemos pô-los logo a ouvir boa música desde cedo. As vantagens são mesmo muitas.

Desenvolvimento do cérebro

O cérebro dos bébés é muito plástico, ou seja, está muito receptivo a novos estímulos e a adaptar-se a eles. A música é um estímulo fantástico e, quando fornecido pelos pais, numa interacção directa com as crianças, reforça não só a relação entre eles mas ajuda ao desenvolvimento de várias competências na criança.

Linguagem

A música tem uma linguagem própria, mas os bébés estão programados para aprender todas as linguagens que lhes forem apresentadas. Usando a música,  estão a estimular a área do cérebro que está associada à compreensão e produção do discurso, mas também ao ritmo e melodia. A música pode-se tornar na língua nativa do vosso bébé, já viram?

Coordenação

Ver um bébé a mexer-se é ver uma criatura sempre na corda bamba. Uma criatura fofinha e trapalhona, que ainda está a tentar perceber como é que funcionam aquelas coisas na ponta das pernas e como jogam com o resto do corpo. O ritmo da música ajuda a desenvolver esse processo de coordenação motora porque os bébés começam a querer dançar ainda antes de saberem andar. O que nos faz questionar algumas prioridades da vida adulta, mas isso é outro assunto.

Empatia e criatividade

Está provado cientificamente que a música aumenta a empatia, porque reconhecem os sentimentos nas canções, diferenciando acordes maiores e menores, por exemplo. Os bébés que são estimulados musicalmente terão uma maior possibilidade de ser mais criativos  e, se ao longo do seu crescimento tiverem aulas de música, terão uma inteligência espacial mais forte, serão melhores a matemática e mais desenvolvidos intelectualmente.

Calma e bem estar

A música acalma os adultos e também acalma os bébés. Eles conseguem responder emocionalmente a uma música à medida que vão recolhendo na sua paleta emocional os vários sentimentos que os rodeiam. Músicas lentas ajudam a baixar o seu ritmo cardíaco, outras mais animadas produzem endorfinas, que é aquela substância que o nosso corpo produz para nos fazer sentir bem. E a música, sendo uma experiência positiva, pode ajudar a reforçar a imunidade das crianças. Não substitui as vacinas mas é mais agradável.

Memória

As músicas para bébés estão cheias de lenga-lengas e repetições para reforçar a sua memória. Não esperem que a vossa criança seja um novo Mozart, capaz de transcrever peças musicais depois de as ouvir apenas uma vez, mas fiquem seguros que esta é uma das qualidades que toda a gente que ouve e aprende música desenvolve. Às vezes é mais uma maldição que uma benção, como quando só nos lembramos do refrão daquela música horrível logo quando acordamos (essa mesmo), mas todos os músicos sabem a quantidade de informação que têm de memorizar para poderem tocar. A música, por ter padrões e estruturas repetitivas, e o elemento emocional, ajuda a reforçar e a desenvolver os processos da memória.

Proximidade

Finalmente, é algo que pais e filhos podem fazer em conjunto. Tocar um instrumento ou cantar para e com eles, cara a cara, é das coisas mais extraordinárias que se podem fazer, porque há uma relação que se desenvolve entre vocês. E, como sabemos, há poucas coisas que nos conseguem unir tanto como a música, e nada é tão próximo como a relação entre os pais e os seus bébés. Para poderem perceber a importância disto e porque é mesmo um vídeo muito muito fofo, vejam a reacção deste bébé enquanto a mãe lhe canta uma música do Rod Stewart. Gostos à parte, é de uma pessoa ficar toda derretida..

Fonte: https://www.salaomusical.com/pt/blog-instrumentos-musicais/65_os-beneficios-da-musica-em-bebes.html

 

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