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Scott Matthews regressa a Portugal para quatro concertos em 2019

O músico britânico faz uma mini-digressão em solo nacional entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro

Scott Matthews regressa a Portugal para uma mini-digressão no início de 2019: a 30 de janeiro atua no Estúdio Time Out em Lisboa, a 31 de janeiro no Teatro Académico de Gil Vicente em Coimbra, a 1 de fevereiro no Centro Cultural de Ílhavo e a 2 de fevereiro no Teatro Municipal da Guarda.

O britânico, que não atua em Portugal desde 2016, traz consigo o mais recente longa-duração, “The Great Untold”, editado em abril deste ano. para que se toma la ivermectina

As primeiras partes dos concertos ficarão a cargo de Cristóvam, artista açoriano que leva ao palco o álbum de estreia “Hopes and Dreams”. how many grams oral ivermectin dose for rosacea Os bilhetes, à venda nos locais habituais, custam entre €10,00 e €12,00 e os concertos têm início às 21h30. ivermectin in water for chickens

Mário Rui Vieira

MÁRIO RUI VIEIRA

Jornalista

Roberto Carlos regressa a Portugal para dois concertos em 2019

Comunicado de imprensa diz que a digressão que passa por solo nacional poderá ser a última que o cantor faz na Europa

O cantor brasileiro Roberto Carlos vai regressar a Portugal para dois concertos no próximo ano. A 17 de maio sobe ao palco da Altice Arena, em Lisboa, e a 25 de maio atua no Multiusos de Gondomar. سوليتير اون لاين Os bilhetes serão colocados à venda este sábado (6 de outubro).

Segundo o comunicado de imprensa da promotora Ritmos e Blues, esta poderá ser a última digressão europeia do músico de 77 anos, cuja carreira se alonga por seis décadas. Com mais de 125 milhões de álbuns vendidos, Roberto Carlos é conhecido por êxitos como ‘As Baleias’, ‘O Calhambeque’ ou ‘Mulher de 40’.

A última passagem do cantor por solo nacional aconteceu em abril do ano passado, tendo atuado precisamente nas mesmas salas. لعبه اون لاين Recorde-se que, no final do ano passado, a fadista Raquel Tavares editou o álbum “Roberto Carlos por Raquel Tavares”, dedicado a versões de canções do brasileiro. سن اجويرو

Fonte:

Mário Rui Vieira

MÁRIO RUI VIEIRA

Jornalista https://blitz.sapo.pt

[avaliações]

Amor Electro, Rui Veloso e D.A.M.A. no concerto solidário “Crianças Somos Todos Nós”

Instituto de Apoio à Criança leva espetáculo de beneficência à Altice Arena na próxima semana

Rui Veloso, Amor Electro, Miguel Araújo, D.A.M.A., The Black Mamba e Os Azeitonas são alguns dos nomes inscritos no cartaz do concerto solidário “Crianças Somos Todos Nós”, levado pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC) à Altice Arena, em Lisboa, no próximo dia 20, terça-feira da próxima semana, a partir das 21h30. O espetáculo decorre no contexto do 35º aniversário do IAC e assinala também o Dia Internacional dos Direitos da Criança.

Sob direção musical de João Só, que também atuará, o evento será apresentado por Catarina Furtado e contará com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. ivermectina medicamento controlado Do cartaz, fazem ainda parte: André Sardet, Bruno Ávila, Bruno Correia, Carlos Alberto Moniz, Frederico BC, Mafalda Borges, Manuel Guerra e Matay. can humans eat ivermectin horse paste As receitas reverterão a favor do IAC, contribuindo para ajudar crianças desfavorecidas – bilhetes custam entre €10,00 e €40,00. vermifuge ivermectine

Fonte: MÁRIO RUI VIEIRA

Jornalista – BLITZ

LENDAS DA GUITARRA: OS PIONEIROS DO JAZZ

O Jazz já tem um século de existência, e revolucionou toda a música que veio depois. E mesmo dentro do grande género que é o jazz, foram imensas as evoluções e ramificações, que desenvolveram todo um universo de novas linguagens que influenciaram tantos outros estilos musicais.

Desde o swing ao manouche, o jazz teve guitarristas que inovaram as técnicas e a musicalidade da guitarra e o seu legado ainda perdura até hoje. E houve um conjunto de pioneiros que mudaram tudo para os músicos seguintes que é preciso lembrar porque, sem eles, a música hoje não era a mesma.

Vamos conhecê-los?

Charlie Christian

Christian foi o primeiro guitarrista elétrico de destaque na história do jazz. Nascido em 1916, filho de um guitarrista/trompetista, Christian cresceu ao som das big bands e rapidamente foi conhecido como um talento nato.

John Hammond, produtor de jazz e olheiro (na música não deveria ser “orelheiro”?) de músicos, achou que Christian seria um grande reforço para a banda de Benny Goodman, e tentou arranjar-lhe uma audição. Mas Goodman não estava interessado em ter um músico que tocasse um instrumento –  à altura obscuro – como a guitarra elétrica, e nem o deixou ligar-se à corrente.

Hammond era teimoso e, durante uma atuação da banda de Goodman, colocou Charlie e o seu amplificador em palco. Goodman, ao ver a armadilha, lançou-se num contra-ataque e arrancou para a música mais complicada que se lembrou com a sua banda, “Rose Room”, para dificultar a vida ao artista não-convidado. Christian respondeu com um solo que convenceu de vez o líder da banda a contratá-lo, mudando para sempre a linguagem do jazz.

Charlie Christian é conhecido pelo seu fraseado fácil e cativante, por trazer a guitarra do ritmo para um lugar de destaque como instrumento solo, e por fazer a ligação entre a era do swing e o bebop. Morreu em 1942, de tuberculose, mas os três anos que passou com Goodman são testamento do seu brilhantismo.

https://youtu.be/IID2JPnGF00

Django Reinhardt

Na lista de guitarristas favoritos de todos os guitarristas deveria estar Django Reinhardt. Este belga de origem cigana foi a primeira grande estrela do jazz europeu e um dos músicos mais influentes da história da música, apesar de tocar apenas com três dedos: o anelar e o mindinho da sua mão esquerda ficaram inutilizados após um incêndio.

Django era a grande sensação musical da Paris dos anos 30, juntamente com outro monstro do jazz da época, o violinista Stéphane Grapelli. Para além de serem um dos poucos grupos de jazz que tinham a guitarra como instrumento líder, o estilo de jazz de Django era genuinamente europeu e estava carregado de influências da música cigana com que cresceu.

Reinhardt morre em 1953 com 43 anos, mas é imortal. E se acham que ele tinha limitações por tocar apenas com três dedos, vejam este vídeo, ali pelos 41 segundos.  

Wes Montgomery

Sentado nos ombros do gigante Charlie Christian, Wes Montgomery foi o primeiro dos guitarristas do jazz moderno. A sua influência atravessa décadas, estilos e, provavelmente, sistemas solares, já que a musicalidade de Wes é fora deste planeta.

Wes Montgomery definiu o som da guitarra jazz nos anos 50 e 60, alterando a sua linguagem melódica e harmónica, e até mesmo a técnica. Montgomery era um autodidata, e isso vê-se na sua forma pouco ortodoxa de dedilhar a guitarra, usando o polegar em vez de uma palheta, o que lhe dava um som próprio e único. O seu fraseado fluido e o uso de oitavas era tremendamente apelativo numa época em que o jazz estava a ficar difícil de ouvir.

Também morreu novo, com 43 anos, em 1963, de ataque cardíaco.

https://youtu.be/SazKhulEBH8

Tal Farlow

Conhecido como “Polvo”, devido à velocidade e destreza dos seus longos dedos da mão esquerda, Tal Farlow é outro autodidata que começou por aprender música num bandolim afinado como um ukulele, e iniciou-se na guitarra aos 22 anos,  depois de ouvir Charlie Christian a tocar com Benny Goodman.

Como não tinha dinheiro, construiu a sua primeira guitarra elétrica, e desenvolveu um estilo inovador e excitante, recorrendo a harmónicos artificiais e usando o corpo da guitarra como instrumento de percussão.

Tocou com Charlie Mingus e Artie Shaw, e a Gibson fabricou um modelo de guitarra com o seu nome.  É reconhecido pela linguagem nova que trouxe para a guitarra jazz e pela velocidade do seu fraseado.

https://youtu.be/PXA4U-OXQZs

Joe Pass

Nesta lista nunca poderíamos deixar passar o Joe Pass. É um dos músicos mais importantes do século XX porque era o maior a usar as melodias a partir de acordes, porque invertia acordes como ninguém na guitarra, porque cada frase tinha sentido e combinava perfeitamente com a frase seguinte. O segredo? Segundo Joe Pass: não pensar, tocar a melodia lá em cima, evitar enchimentos que não vão a lado nenhum, simplificar. Ele partilhou imensos outros conselhos, porque essa foi outra das suas grandes virtudes: é um dos maiores educadores musicais de sempre.

Pass começou a aprender música aos 9 anos, com aulas aos domingos a substituir as idas à igreja. Aos 14 já tocava numa banda ao estilo de Django Reinhardt, mas foi com a música de Charlie Parker que descobriu a sua própria voz. Reconhecido como um prodígio, mudou-se aos 20 anos para Nova Iorque, mas perdeu-se nas drogas durante 15 anos, o que o impediu de avançar na carreira. Mas nos anos 60 fez um tratamento de reabilitação e viu o seu talento reconhecido, sendo considerado um dos maiores e mais inovadores guitarristas de sempre. Não é por acaso que o seu álbum mais importante se chama “Virtuoso”.

Joe Pass também é capaz de ser culpado por dar azo à piada “uma nota ao lado não é erro, é jazz” já que dizia que nunca tinha feito nada que não tivesse um engano pelo meio.


Para dar notas ao lado ou em cheio, vocês podem encontrar a vossa guitarra para tocar jazz, clássico ou manouche, no Salão Musical de Lisboa. Visitem a nossa loja online.

 

Fonte: https://www.salaomusical.com/pt/

Maria João Pires atua no renovado centro que criou em Belgais

A pianista portuguesa fará dois recitais em dezembro no Centro de Artes de Belgais, um espaço cultural criado pela artista no distrito de Castelo Branco e que foi recentemente renovado e reativado.

A informação dos recitais, marcados para 14 e 15 de dezembro, consta da página oficial do Centro de Artes de Belgais, uma propriedade rural em Escalos de Baixo (Castelo Branco) onde anteriormente funcionou o Centro Belgais para o Estudo das Artes, fundado por Maria João Pires.

Criado em 1999 como um projeto educativo, pedagógico e cultural, com impacto na região e que chegou a ter o apoio do Ministério da Educação, o Centro Belgais para o Estudo das Artes encerrou em 2009 alegando na altura uma “difícil situação económico-financeira”.

Quase uma década depois, o projeto cultural de Maria João Pires foi renovado e reativado como Centro de Artes de Belgais, disponibilizando-se retiros musicais, espaço para atuações e oficinas de música. Há ainda uma valência de alojamento e de produção de azeite, como se lê na página oficial.

Contactado pela agência Lusa, o administrador do Centro de Artes de Belgais, Vítor Dias, explicou que em 2009 o projeto “havia encerrado devido à ocupada agenda de Maria João Pires”.

“Com imensos concertos por todo mundo não tinha tempo para tantas responsabilidades tendo que optar pelo encerramento temporário. Atualmente a situação permite que o Centro volte de novo ao seu pleno”, referiu, sem especificar há quanto tempo o centro foi reativado.

Em 2010, pouco depois do encerramento do anterior projeto, Maria João Pires afirmava, em diferentes entrevistas para a imprensa estrangeira, que iria avançar com um projeto social semelhante no Brasil, país onde pediu dupla nacionalidade.

Ao longo da última década, a pianista admitiu algum cansaço e intenção de se retirar dos palcos, embora tenha feito algumas atuações, sobretudo fora de Portugal.

Além dos dois recitais em dezembro em Belgais, nos quais irá tocar composições de Mozart e Chopin para uma audiência de 125 pessoas, Maria João Pires mantém, para 2019, o concerto a 22 de fevereiro no Palau de La Musica, em Barcelona.

Maria João Pires nasceu em Lisboa, a 23 de julho de 1944. É a mais internacional e reputada das pianistas portuguesas, com um percurso artístico que remonta a finais dos anos 1940, quando se apresentou pela primeira vez em público, aos quatro anos.

Entre os prémios conquistados pelo talento artístico contam-se o primeiro prémio do concurso internacional Beethoven (1970), o prémio do Conselho Internacional da Música, pertencente à UNESCO (1970), e o Prémio Pessoa (1989).

Em 2010, numa entrevista ao jornal Evening Standard, de Londres, declarou que “gostaria de se poder retirar”. “Já toquei muito. Toquei durante 60 anos, e acho que é demais”.

Nessa entrevista ao jornal britânico, Maria João Pires garantiu que mantinha “o mesmo entusiasmo pela música”, que continuava a gostar de tocar, embora sentisse uma mudança de atitude: “Eu não gosto de estar no palco – eu nunca gostei – mas uma coisa é não gostar, outra é não conseguir lidar com isso. Não estou a lidar bem com isso agora. Uma vez que comece a tocar, é o mesmo de antes, mas depois sinto-me muito mais cansada, porque é tão exigente – não física, mas psicologicamente”.

Fonte: DN/Lusa

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