Música faz bem.

Nosso cérebro tem dois hemisférios. O direito controla o lado esquerdo do corpo, e o esquerdo controla o lado direito. Ambos são capazes de processar qualquer função, mas em geral, o lado esquerdo é especializado em tarefas lógicas, racionais e analíticas; o lado direito, em criatividade, livre associação e síntese de ideias.

Em geral, pessoas têm um lado dominante sobre o outro. Quem é mais certinho e metódico tem dominância do lado esquerdo, enquanto que pessoas mais caóticas e de pensamento mais livre têm o lado direito dominante.

ABRIMOS O NOVO ANO LETIVO DIA 3 DE SETEMBRO (Boas férias)

Escola se Música compasso Divertido (Edifício Espaço – Paço de Arcos)

Com o objetivo dos seus alunos se sentirem num ambiente propício à aprendizagem e à produção musical, a Escola de Música Compasso Divertido preparou as suas instalações acusticamente, equipadas com instrumentos de qualidade e um leque de profissionais qualificados, especializados no ensino.

A Escola de Música Compasso Divertido proporciona a aprendizagem de instrumentos de todas as famílias, nomeadamente piano, violino, guitarra clássica, guitarra portuguesa, flauta transversal, bateria, guitarra elétrica e canto, além das classes de conjunto que promovem a interdisciplinariedade e a socialização. A adequação do currículo e respetivo repertório é estruturado individualmente, tendo em conta os objetivos da aprendizagem de cada aluno, disponibilizando, para além dos cursos livres, o programa específico da nossa Escola ou o programa clássico, além das alternativas: ABRSM e Rockschool.

A Escola de Música Compasso Divertido pretende abranger o amplo público de entusiastas pela Música, desde os Infantis aos Seniores, oferecendo a modalidade Especial Família, como forma de promover a partilha de atividades entre gerações.

Pensando nos mais novos, a Compasso Divertido desenvolveu uma disciplina especialmente concebida para Crianças entre os 3 e os 6 anos – Piano Jubilus – cuja metodologia se baseia em diversas atividades lúdico-pedagógicas para desenvolvimento psicomotor, rítmico, auditivo e socioafetivo.

Dia mundial do rock

O Rock’n’Roll sempre foi um género musical para gente diferente. Seja qual for a  manifestação, estilo, estética ou ritmo é, acima de tudo, uma forma de vida.

As suas raízes são a voz e a guitarra de alguém que quer mais do que pode ter, e esse desejo vem ao de cima na visceralidade de guitarras elétricas em volumes pouco aconselháveis, e nas palavras cruas que exorcizam fantasmas e frustrações.

E tudo começou no blues.

Os músicos negros norte-americanos não tinham expressão comercial nos Estados Unidos da primeira metade do século. Os seus discos eram pouco promovidos nas rádios e os concertos eram apenas para as comunidades afro-americanas, que encontraram nos ritmos mais mexidos um escape nas suas vidas. Depois da Segunda Guerra Mundial, e com um maior acesso a equipamentos de reprodução sonora, a próspera juventude branca americana começou a descobrir essa música que não passava nas rádios, e a ficar infectada com a franqueza que os músicos colocavam nas suas canções.

Até então, o que se ouvia era muito polido, educado, dirigido a um público mais velho, que exigia alguma sofisticação e um sentido de classe. Mas, com a invenção da adolescência, os jovens descobriram que tinham um sentido de rebelião que já não conseguiam negar. E a banda sonora dessa revolução foi o Rock’n’Roll.

Nascido nos blues, e depois com um incremento rítmico nos rythm’n’blues, esta nova música começou a ter procura. Numa sociedade segregada como era a América dos anos 50, foi um factor de aproximação entre jovens de comunidades que não podiam ser mais diferentes nas perspectivas de vida e classe social. Alguns radialistas perceberam que este novo som era o futuro, embora as editoras continuassem a colocá-la nas listas de música negra. Fats Domino, Chuck Berry, BB King começaram a ser nomes reconhecidos e os seus estilos imitados por outros músicos.

Percebendo que existia um mercado com um grande potencial, a indústria discográfica apropriou-se das canções desses e outros músicos, e deu-lhes uma cara mais suave, mais aceitável, mais branca, sempre achando que o rock seria uma moda passageira. No entanto, houve outros que viram mais longe e começaram as suas próprias editoras para editarem os músicos que estavam a construir uma nova cena musical.

Um desses empreendedores foi Sam Phillips que, com a sua Sun Records, começou a gravar alguns artistas negros que interpretavam este novo género musical. Mas, confrontado com as dificuldades de distribuição destes artistas, procurou músicos brancos que conseguissem transmitir toda a energia que estava contida naquelas progressões típicas do blues, mas que quebravam barreiras e convenções musicais e sociais.

Quando um jovem bem parecido e tímido começou a rondar o seu estúdio, para lhe mostrar umas canções que tinha feito, Phillips não ficou imediatamente convencido, apesar de perceber que esse jovem tinha um potencial incrível. Quando lhe pediu para mostrar não as suas músicas mas as interpretações que fazia de canções blues, percebeu que lhe tinha saído a lotaria. O nome desse jovem? Elvis Presley.

Sam Phillips não inventou o Rock’n’Roll, mas tirou-o das sombras. Presley foi um fenómeno de popularidade imediato, mas na sua lista de artistas estavam Carl Perkins (que se não fosse um acidente de carro que lhe interrompeu a carreira provavelmente seria ele o Rei do Rock’n’Roll), Johnny Cash e BB King.

A partir daí, como se diz, é História, com H grande. E a História do Rock está recheada de tragédias, de perseguições, motins, mas também de muita alegria, dança, vida e revoluções, como aconteceu nessa década de 1950, quando a música passou a ser algo completamente diferente e a ter um peso surpreendente na vida das pessoas.

Se quiserem aprender um pouco mais sobre as origens desta filosofia de vida que é o Rock’n’Roll, recomendamos que leiam The Sound of the City: The Rise of Rock and Roll, de Charles Gillet, onde as origens e atribulações dessa era estão bem explicadas. Ou então, vejam este documentário que nos mostra como tudo mudou em menos de 10 anos.

Artigo extraído do Blog www.salaomusical.com

Música é uma paixão que não tem idade

Música é uma paixão que não tem idade. Não importa o instrumento que você gostaria de apreender nem a idade que você tem. A música é uma paixão que acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Atualmente, é cada vez mais comum os adultos buscarem aulas de música para satisfazer a sua necessidade de conhecimento, oportunizar um hobbie que combata o estresse do dia a dia ou até realizar um sonho.

Adultos tocar instrumento

Tomar aulas de música garante à pessoa mais disciplina em todas as esferas de sua rotina, mais qualidade de vida e motivação, mais relaxamento, otimiza a coordenação motora, fazer amigos, etc. Muitos adultos retornam às aulas que tiveram na infância e se lamentam pelo tempo perdido. Outros decidem escolher um novo instrumento. E há ainda aqueles que jamais tiveram um contato mais profundo com a música. Não importa o seu grau de desenvolvimento, você pode fazer aulas, seja presenciais ou on-line, a qualquer momento da sua vida.

Aulas de música para adultos

Um cérebro adulto ainda é plástico suficiente para aprender – e memorizar – todos os tipos de música, das mais complexas às mais simples. Quem assume o desafio de aprender um instrumento quando adulto passa a viver de forma diferente: fazer música proporciona ganhos diários e muita satisfação.

Qual instrumento escolher?

A resposta é simples: aquele com o qual você tem mais afinidade. Muitas pessoas preferem começar por um instrumento de teclas, como o piano ou o teclado, pois você consegue ver integralmente os seus movimentos e ainda fica mais fácil para ler a música. Há ainda quem prefira um instrumento de corda, por exemplo, pois o próprio instrumento se torna parte da sua expressão e linguagem corporal, como se fosse uma extensão de si. A escolha, desta forma, é bastante pessoal.

Vantagens em ser adulto

É interessante ressaltar que quando adulto você tem mais decisão de escolha e compreensão sobre a forma como quer se expressar com a música. Isso facilitará a sua escolha. Atualmente, há diversas técnicas para aprender um instrumento de modo muito assertivo e em menor tempo. O adulto também pode tomar decisões quanto ao investimento de suas aulas e os horários de dedicação, o que é mais difícil quando se é criança.

Aulas de música para adultos

Música é uma paixão que não tem idade

No começo você terá dificuldades como qualquer pessoa. Flexibilidade se ganham com o tempo e com a prática. Nem sempre você conseguirá de primeira executar partes complexas de uma música. Não é preciso ficar frustrado, pois isso faz parte do aprendizado. O importante é que tenha a consciência de cada pequeno ganho e que mantenha o foco o foco no seu desenvolvimento, que deve ser oriundo da continuidade do seu treino. Em pouco tempo você verá que o processo em se aprender um instrumento é mais fácil do que você pensa e a experiência em se aprender um instrumento musical será bastante gratificante. Música é uma paixão que não tem idade. Vale a pena conferir!

A música é considerada a linguagem universal, um meio de comunicação em todo o mundo e entre todas as pessoas.

Mas nada é tão importante como o papel que desempenha no desenvolvimento do ser humano…

Desde o nascimento, que os pais instintivamente se ligam aos filhos através da música: adormecem e acalmam as crianças com canções de embalar, brincam e interagem com canções e rimas divertidas. No entanto, se os pais souberem o impacto da música no desenvolvimento psicológico dos seus filhos, poderão estar mais atentos e trazer mais ativamente a música para o seu dia-a-dia.

Quando é que a criança começa a ouvir?

A audição é um dos primeiros sentidos a desenvolver-se: o bebé começa a ouvir por volta dos 5 meses, na barriga da mãe. Nessa altura, a mãe poderá começar a ouvir música clássica ou relaxante e também cantar para o seu bebé, de forma a que ele reconheça a sua voz e as músicas que o vão embalar mais tarde.

Quais os benefícios da música para o desenvolvimento da criança?

Diversos cientistas, investigadores, neurologistas e psicólogos têm-se debruçado sobre o papel da música no desenvolvimento da criança a vários níveis.

Desenvolvimento cognitivo

Inúmeras pesquisas, desenvolvidas em diferentes países e em diferentes épocas, particularmente nas décadas finais do século XX, confirmam que a influência da música no desenvolvimento da criança é incontestável. Algumas delas demonstraram que o bebé, ainda no útero materno, desenvolve reações a estímulos sonoros.

Diversos estudos demonstram que existe uma forte correlação entre a aprendizagem da música e o desempenho académico. Tocar um instrumento, ter aulas de música ou ainda apreciar de forma ativa a música, potencia a aprendizagem cognitiva, particularmente no campo do raciocínio lógico, da memória, do espaço e do raciocínio abstrato. Ao nível cerebral e do desenvolvimento neurológico, as recentes investigações sugerem que a música expande os canais neuronais e potencia a ligação entre os dois hemisférios cerebrais.

Desenvolvimento sócio emocional

Pesquisas comprovam algo que muitos pais e educadores já imaginavam: os bebés tendem a permanecer mais calmos quando expostos a uma melodia serena e, dependendo da aceleração do andamento da música, ficam mais alertas.

Quando a criança estuda música em conjunto, torna-se mais comunicativa e convive com regras de socialização. A criança aprende a respeitar o tempo e a vontade do próximo; a criticar de forma construtiva; a ter disciplina; a ouvir e interagir com o grupo.

É através do repertório musical que a criança se inicia como membro de determinado grupo social, desenvolvendo a sua identidade cultural e o sentido das regras e valores da sua sociedade em que se insere.

Desenvolvimento motor

Através do movimento e da dança ao som da música, assim como através da aprendizagem de um instrumento musical, a criança desenvolve a sua motricidade grossa e fina, respectivamente.

Em suma, a Música tem um papel fundamental na vida do Homem e, mais especificamente, no desenvolvimento da criança.

Incentive o gosto pela música, oiça boa música com o seu filho e tudo isto desde muito cedo, de forma informal e descontraída.

No sentido de beneficiar mais profundamente da música, em vários níveis de desenvolvimento, aconselha-se a aprendizagem mais formal da música, através de aulas e estudo de um ou vários instrumentos musicais.

Termino com uma citação de Aristótles A música torna os corações dos homens felizes: então, e apenas com base nisso, poderíamos assumir que os mais novos deveriam ser treinados para isso.

Artigo desenvolvido por Sara Gonçalves, Psicóloga – Oficina de Psicologia.

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